Mês Salve o Planeta Azul

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Sensibilidade nos dentes

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Gengibre e saúde bucal

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Textura dos queijos

Alguns queijos duros, como o parmesão, são bons para o clareamento dentário. Isso porque a caseína, tipo de proteína presente no alimento, auxilia na reparação do esmalte dos dentes.

Além disso, produtos lácteos também possuem muito cálcio e fósforo, elementos que também ajudam no processo de clareamento.

Apenas um pedaço de queijo já aumenta o fluxo de salivação que auxilia na eliminação de restos de alimentos e ajuda a neutralizar o pH da boca, tornando-o menos ácido e, com isso, menos propenso à deterioração dos dentes.

Que beleza! Agora ficou ainda mais gostoso comer um pedacinho de queijo! Só não vale esquecer a escovação após a refeição, hein?!

O ronco e a apneia do sono

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Gengivite evoluindo para Periodontite

A Golden Goose Deluxe Brand Portugal gengivite é uma forma inicial das doenças na gengiva. Mas quando não é tratada, pode Nike Air Max 90 Herren Weiß evoluir para uma Nike Hypervenom Phantom 3 periodontite. E aí, as coisas ficam bem mais sérias. Ela pode aumentar os Nike Free 5.0 Flyknit Black riscos de acidente cardiovascular, enfarte e partos prematuros. Mais uma prova da importância da saúde oral para todo o corpo. Fique atento.

Treino de 3 min por semana é suficiente para melhorar saúde e peso

Se você faz parte do grupo de pessoas que não conseguem cumprir a recomendação de 150 minutos de exercício moderado por semana, saiba que é possível colher os benefícios da atividade física com apenas três minutos de atividade física de alta intensidade no mesmo período. Essa é a proposta High Intensity Training (Treino de Alta Intensidade), apresentada pelo médico Michael Mosley no jornal Daily Mail.

Jamie Timmons, professor de biologia de sistemas na Universidade de Loughborough, na Inglaterra, passou anos pesquisando os benefícios da proposta e garantiu a Mosley que o curto tempo de exercício pode melhorar a capacidade do corpo para lidar com picos de açúcar e do coração e dos pulmões para conseguir oxigênio.

Mosley passou por uma bateria de exames e começou o treino de alta intensidade. Foram três sessões por semana durante um mês, totalizando 12 minutos de atividade puxada. Em uma bicicleta de academia, começava pedalando suavemente por alguns minutos e, então, aumentava a resistência da bicicleta e acelerava por 20 segundos. Pedalava suavemente para recuperar o fôlego e suava a camisa por 20 segundos mais duas vezes. Pronto, acabou. São menos de sete minutos gastos por dia. Depois desse período, fez novos exames e constatou que a sua sensibilidade à insulina melhorou 24%, algo que seria improvável depois de muitas horas de exercícios convencionais.

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Estudos indicam que o treino de alta intensidade tem um efeito significativo nos números de calorias que as pessoas consomem. Um levantamento australiano com homens acima do peso entre 20 e 30 anos descobriu que os participantes comeram menos depois do exercício intenso (594 calorias) do que após o moderado (710). Houve redução de calorias também nas 24 horas seguintes, com 2 mil para a sessão pesada contra 2,3 mil da moderada.

Parte da explicação do sucesso é que o treino faz com que os músculos produzam novas e mais eficientes mitocôndrias, pequenas centrais energéticas das células que convertem glicose em energia. Quanto mais mitocôndrias há, mais gordura e açúcar consomem. O estresse causado pela atividade também leva à liberação de grandes quantidades de catecolaminas (hormônios como adrenalina e noradrenalina), que têm como alvo as células de gordura, particularmente aquelas no abdômen.

Se você se questiona se o treino de alta intensidade é seguro, saiba que estudos analisam pacientes que têm uma história de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Um homem teve um AVC depois de um treino intenso em uma máquina de remo e é possível que o movimento vigoroso possa ter prejudicado os vasos sanguíneos já enfraquecidos, mas também pode não haver ligação, já que levantamentos mostram que pessoas com vasos sanguíneos enfraquecidos podem desencadear o AVC com algo simples, como espirrar. De qualquer forma, é importante a avaliação de um médico para qualquer tipo de atividade física.

Fonte: Terra Saúde

Mais de 95% das ruas de Copacabana terão ciclovias

As pessoas que utilizam as bicicletas como meio de transporte na zona sul do Rio de Janeiro ganharam nesta segunda (13) um motivo para comemorar: isso porque a Secretaria Municipal de Meio Ambiente deu início às obras que vão colocar ciclovias em quase todas as ruas de Copacabana, incluindo no bairro quase 14 km de extensão para os ciclistas pedalarem com segurança.

De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, responsável pelas obras que tiveram início nesta segunda-feira, as novas ciclovias têm por objetivo facilitar o uso da bike na cidade, evitar conflitos com motoristas e pedestres e também ordenar o trânsito. Indiretamente, a criação das faixas exclusivas também aumenta o número de pessoas que adotam a bicicleta como meio de transporte no dia-a-dia.

A fim de garantir a segurança de todas as pessoas que circulam pelas ruas, foi determinado para as ciclovias um limite de velocidade de 30 quilômetros por hora, também chamado de “zona 30”. Quase todas as faixas serão compartilhadas – exceto na Rua Toneleiro, que será a única a receber um quilômetro de ciclofaixa segregada.

Diariamente, cerca de 60 mil viagens de bicicleta são realizadas em Copacabana, bairro da zona sul do Rio que possui a maior utilização das bikes. Deste total, 12 mil deslocamentos são realizados por entregadores, segundo os dados da ONG Transporte Ativo, apurados pela reportagem do G1.

Entre as ruas sem ciclovias, apenas aparecem a Nossa Senhora de Copacabana, Barata Ribeiro e Princesa Isabel – únicas contempladas pelo BRS –  que não terão as faixas exclusivas para ciclistas. O túnel Major Vaz e a Avenida Atlântica oferecerão a faixa segura para os ciclistas.

Fonte: Ciclo Vivo

Sorria com Dr. Veit: Enxaguante bucal

Quanto posso usar de enxaguante bucal, e quando? Ouça mais esta dica interessante aqui:

Campanha prevê corte de até 30% do açúcar em alimentos industrializados

Especialistas em obesidade estão lançando uma campanha no Reino Unido para colocar pressão no governo e na indústria para que cortem o açúcar contido nos alimentos e bebidas em até 30%. As informações são do site do jornal britânico The Guardian.

Os cientistas e médicos por trás da ação “Action Sugar” afirmam que cortes graduais na quantidade de açúcar em pratos prontos, cereais, doces e refrigerantes não devem ser notados pelas pessoas, mas irão resultar na redução de calorias consumidas.

Uma diminuição de 20% a 30% de açúcar pode resultar em 100 calorias diárias a menos– e mais ainda para quem o consome muito. Isto é o suficiente para reverter ou pelo menos parar o crescimento da epidemia de obesidade e reduzir o número de casos de diabetes e outras doenças, dizem os especialistas.

A Action Sugar tem o objetivo de fazer algo parecido com o que foi realizado na década de 90, em uma campanha chamada Cash (Consensus Action on Salt and Health – Ação de Consenso sobre Sal e Saúde), que teve sucesso ao reduzir os níveis de sal na comida. “Na maioria dos produtos dos supermercados, o sal caiu entre 25% e 40%”, disse Graham MacGregor, professor que participou da ação.

As pessoas não perceberam a diferença. Mas os cereais Kellogg’s, por exemplo, contêm 60% menos sal do que costumavam ter. A indústria argumenta que o açúcar é uma forma de carboidrato, que é necessário na dieta, e que é preciso cortar calorias para emagrecer e não necessariamente o açúcar. “O açúcar, assim como qualquer outro nutriente, consumido como parte de uma dieta equilibrada, não é a causa da obesidade. Não existe uma única solução”, afirma a Food and Drink Federation.

O cardiologista e diretor científico Aseem Malhotra discorda e pontua estudos que associam o excesso de açúcar com diabetes, em pessoas acima do peso ou não. “A adição de açúcar não tem nenhum valor nutricional e o corpo não precisa disso”, alerta. A campanha nasceu a partir da preocupação com o açúcar escondido em alimentos processados, como por exemplo as nove colheres de sopa em 330 ml de Coca-Cola e as quatro colheres em 300 gramas de sopa de tomate.

Simon Capewell, professor da Liverpool University, diz que o açúcar é o “novo tabaco”. “Em todo lugar, as bebidas com açúcar e as junk foods pressionam pais e filhos por uma indústria focada em lucro, e não em saúde”, afirma. O Departamento de Saúde afirma que ajudar as pessoas a ingerirem menos calorias, incluindo o açúcar, é achave para a redução da obesidade. Já existem 38 empresas envolvidas no acordo, mas o governo quer ir além e conquistar novos aliados. Como parte do compromisso de redução de calorias, a Coca-Cola já diminuiu o nível em algumas de suas marcas de refrigerantes em pelo menos 30%.