Ecobarcos trabalham na limpeza da Baía de Guanabara

Na última sexta-feira, a Secretaria Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro começou a operar três embarcações especializadas em recolhimento de lixo, para retirar resíduos flutuantes da Baía de Guanabara. Nas próximas semanas, uma base de operação será instalada no Clube Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, na zona norte, e outra na Escola Naval, na região central do Rio. Ao todo, dez ecobarcos estão sendo utiliza Parajumpers Right Hand Herr dos para limpar a Baía.

Os resíduos recolhidos serão depositados em contêineres da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), instalados na Marina da Glória e encaminhados para indústrias de reciclagem. A iniciativa é financiada pelo Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) e está orçada em R$ 3 milhões. A ação integra o projeto Baía Sem Lixo 2016, uma das 12 ações do plano Guanabara Limpa.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, informou que foram recolhidos na manhã desta sexta-feira resíduos sólidos variados, como bancos, assentos de vaso sanitário e grandes galhos de árvore. “Hoje a gente pegou a tampa de uma latrina aqui e um galho enorme de uma árvore. Não é só a questão da poluição, é a questão do risco de acidentes com as embarcações. Porque esses grandes resíduos podem quebrar hélices de barcos e causar acidentes”, disse o secretário.

Ainda segundo Minc, além da coleta de lixo flutuante, a campanha visa também à conscientização dos donos e usuários de barcos. “Estamos aqui com o apoio da Marina da Glória. Já tem uma orientação para uma campanha de conscientização dos proprietários de barcos, para coletarem também o lixo flutuante, para tomarem conta dos lixos dos próprios barcos”, lembrou o secretário.

O projeto Baía Sem Lixo 2016 prevê, ainda para fevereiro, o início da construção de oito ecobarreiras às margens da Baía de Guanabara. Atualmente, dez ecobarreiras estão espalhadas pelo Rio de Janeiro. Elas recolhem, em média, 15 toneladas de lixo por mês. As ecobarreiras são estruturas feitas de materiais reciclados instaladas próximas à foz de rios para o recolhimento de resíduos sólidos.

O plano “Guanabara Limpa” espera alcançar o saneamento de 80% da Baía de Guanabara até 2016, quando sediará a competição de barco a velas durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro

Fonte: Agência Brasil

Garrafa portátil deixa a água do mar potável

Quatro estudantes da Universidade de Yonsei, na Coreia do Sul, criaram uma garrafa especial que deixa a água do mar própria Parajumpers Jacka Kodiak para consumo. Batizado de Puri, o recipiente concorre a um prêmio por contar com uma tecnologia que elimina o sal e outras propriedades das amostras do líquido.

Os nomes dos criadores da garrafa são b Golden Goose Sneakers Herren Sale em difíceis: Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim – mas o sistema desenvolvido é bem fácil de ser utilizado: de acordo com os criadores da Puri, o usuário só precisa bombear um dispositivo e direcionar a água salgada para a câmara de filtragem da garrafa, responsável pela pressurização. Por meio do processo, o líquido é dessalinizado e enviado a uma câmara interna de armazenamento de água potável.

De acordo com o grupo de estudantes, a garrafa foi criada com a intenção de ser instalada nas embarcações, garantindo o acesso à água potável em situações de risco, como naufrágios, incêndios e outros acidentes em alto mar. Confira o vídeo abaixo:

Assim, por meio do processo batizado de osmose inversa, os usuários coletam a água salinizada no mesmo recipiente que vai filtrar o recurso. “Este é o único objeto que pode suprir a demanda de água potável dos envolvidos em um acidente em alto mar”, afirmam os estudantes.

Classificada pelo site internacional Co.Exist como uma “garrafa mágica”, a Puri ainda é um protótipo, mas já concorre a um importante prêmio de design e inovação. Além de se tornar uma importante ferramenta de combate à escassez de água potável no mundo, se for comercializada, a garrafa se tornará uma ferramenta indispensável de resgate em alto mar.

Fonte: Ciclo Vivo

Pinheiros: Uma solução para os gases que causam o efeito estufa

Um recente estudo publicado por cientistas suecos evidencia que os pinheiros e abetos são espécies vegetais que conseguem filtrar grandes quantidades de gases efeito estufa presentes na atmosfera, inclusive o metano – gás considerado quase 30 vezes mais nocivo que o CO2. Assim, a pesquisa europeia revela a importância destas árvores e contraria dados apresentados anteriormente, que consideravam os pinheiros e abetos como potenciais emissores de metano.

Especialistas das universidades suecas de Lund e Estocolmo observaram a concentração de gases poluentes nas florestas com grande número de coníferas – como os pinheiros e abetos – e constataram que, nestas áreas, há níveis menores de gases efeito estufa, principalmente de metano, em comparação aos locais que não possuem as coníferas. Assim, o estudo passa a considerar estas árvores como agentes fundamentais para o sequestro de gases nocivos na atmosfera.

Ao passo que a ciência revela uma nova capacidade para estas árvores, a época de natal pode esconder um grande efeito negativo para o planeta, uma vez que muitos dos pinheiros naturais comercializados no Brasil e mundo afora são simplesmente cortados para fazerem parte da decoração de ambientes, e, muitas vezes, após o final do ano, são descartados. No entanto, quem optou pela árvore de natal natural não precisa se culpar: uma boa Golden Goose Deluxe Brand Sale alternativa é plantá-la do lado de fora de casa e seguir todos os cuidados necessários. Assim, a árvore continuará a colaborar com o planeta, e, quem sabe, até ficar mais bonita no próximo natal.

O metano é um dos gases efeito estufa mais nocivos, e sua emissão é registrada tanto pela ação do homem (como na atividade pecuária e nas indústrias), como de forma orgânica, e não apenas na atmosfera: segundo o site Ecología Verde, os lagos congelados da Sibéria armazenam mais de 50 milhões de toneladas deste gás – número dez vezes maior do que sua concentração atual na atmosfera, e que pode ser liberado com um processo de degelo, provocado pelo aquecimento global.

Fonte: Ciclo Vivo

A união entre o concreto e a natureza

O edifício Asian Crossroads Over the Sea (ACROS), localizado na cidade de Fukuoka, no Japão, é praticamente um parque urbano. Construído em 1994, ele possui três fachadas convencionais: uma delas, possui enormes terraços, que, juntos, assemelham-se a uma montanha. O local era o último espaço verde restante no centro da cidade.

O projeto, do escritório de arquitetura argentino Emilio Ambasz

Ceia de natal saudável

As festas de fim de ano são um perigo para a alimentação saudável. Geralmente, é nesta época do ano em que as pessoas cometem exageros à mesa – e aí vêm os quilos a mais. Neste natal, que tal fazer diferente e apostar numa ceia mais saudável?

Baseada nos costumes de alimentação dos europeus e dos norte-americanos, a ceia de natal que se tornou tradicional para as famílias brasileiras oferece riscos à saúde por dois motivos principais: primeiro, porque os alimentos são muito calóricos. Depois, porque, nesta época, as pessoas costumam ingerir grandes quantidades de comida – os médicos dizem que, dependendo do banquete, é possível ganhar mais de 2 kg na véspera de natal – sem falar nos desconfortos, como a má-digestão e os reflexos no dia seguinte.

Para quem está procurando um cardápio saudável para a ceia, Golden Goose Deluxe Brand separamos as dicas que valem por um presente de natal:

1- Nozes, castanhas, avelãs e amêndoas são aperitivos naturais que estão sempre presentes nas mesas de natal. Eles têm propriedades que regulam os níveis de colesterol, além de selênio e antioxidantes.  Porém, evite exagerar, já que esses alimentos são bem calóricos. As frutas secas também são aperitivos muito saudáveis: ricas em vitaminas, antioxidantes e outras propriedades responsáveis por melhorar o humor e diminuir a ansiedade.

2- Escolha apenas um tipo de carboidrato para compor o seu prato: geralmente, as opções mais saudáveis são as coloridas. Por isso, que tal fazer um arroz especial, utilizando as castanhas e as frutas secas? Você também pode preparar uma farofa com legumes, fácil e rápida de fazer.

3- O peru é a carne mais saudável para a sua ceia. Por ser mais Barbour Jacka Rea magro, ele é mais indicado do que o chester, o tender ou o pernil, mas todas estas opções têm alto teor de nutrientes, como o ferro e as vitaminas do complexo B. Para reduzir o colesterol da carne, evite consumir a pele da peça.  E, por  último, sirva o peru com frutas leves, pois elas costumam a aliviar a digestão.

4- Se você tem o hábito de beber nas festas de fim de ano, evite os destilados – aposte nos vinhos e espumantes, que são menos calóricos.  A orientação dos especialistas é alternar um copo de água com um copo de bebida. Se você não ingerir bebidas alcoólicas, fica mais fácil criar e experimentar novas bebidas, como sucos e drinques sem álcool preparados com as frutas da época.

Fonte: Ciclo Vivo

Escova biodegradável

Salve o planeta azul!

Rio de Janeiro pode fechar todos os lixões em 2014

O secretário do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, disse, na última sexta-feira (13), que o estado deve ser o primeiro do país a acabar com os lixões, o que está previsto para ocorrer no próximo ano. Ele apresentou, na última sexta (13), o balanço de 2013 do Programa Coleta Seletiva Solidária, da Secretaria de Estado do Ambiente, que reuniu cerca de 180 pessoas, entre representantes de prefeituras, cooperativas de catadores de lixo e agentes ambientais.

“Em 2014 vamos acabar com todos os lixões do estado. Talvez seremos o primeiro estado do Brasil a cumprir a lei, segundo a ministra [do Meio Ambiente] Izabella Teixeira”, adiantou Minc. Segundo ele, no entorno da Baía de Guanabara já foram fechados todos os grandes lixões, citando Itaoca, em São Gonçalo, na região metropolitana; e Babi, em Belford Roxo, e Gramacho, em Caxias, ambos na Baixada Fluminense. “Em matéria de lixão, em seis anos, invertemos de 90% do lixo em lixões para 10%, e os 10% de lixo em aterros, para 90%”, assegurou

De acordo com ele, o Rio de Janeiro deu um grande salto com o fechamento dos lixões e a abertura de aterros sanitários para substituí-los. No entanto, como ocorre segundo ele em todo o Brasil, está atrasado na coleta seletiva e na reciclagem. “Do ponto de vista da reciclagem, nesses mesmos anos, passamos de 1% de coleta seletiva domiciliar para 3%. Ou seja, 95% das residências ainda não fazem a separação e a coleta seletiva”, admitiu Minc.

Durante o evento, foram avaliadas duas estratégias para solucionar o problema da coleta seletiva e reciclagem no estado. A primeira sugestão da secretaria é apoiar os municípios a organizarem a coleta seletiva, dividindo as cidades por bairros, fazendo galpões, organizando a distribuição de material reciclado para as cooperativas e conseguindo transportes.

A outra proposta é apoiar as cooperativas, qualificando os catadores, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Ministério do Trabalho, porém com recursos e orientação do órgão estadual. Além disso, a secretaria disponibilizaria às cooperativas instrumentos, como compactadores e esteiras.

No encontro, também foi abordada a hipótese das licenças estaduais e municipais concedidas às empresas agregarem uma condicionante ambiental. Nele, as empresas entregariam seu lixo reciclável às cooperativas de catadores, já que esse insumo é vital para a categoria.

O Programa Coleta Seletiva Solidária foi criado em 2011, a fim de assessorar os municípios fluminenses na elaboração, implantação e acompanhamento da coleta seletiva, valorizando a categoria dos catadores de materiais recicláveis. Ao longo desses dois anos, a Secretaria de Estado do Ambiente apoiou ações em 60 prefeituras, qualificando mais de 60 cooperativas de catadores.

“Essas ações estão em curso, mas vimos que é necessário um maior volume de recursos, mais setores das prefeituras envolvidos, orientar as empresas para que forneçam seu resíduo limpo. Essas medidas vão impulsionar para que o resultado da reciclagem atinja outra escala”, explicou Carlos Minc.

Pela Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, após 2014 o Brasil não poderá mais ter lixões, que serão substituídos pelos aterros sanitários. Além disso, os resíduos recicláveis não poderão ser enviados para os aterros sanitários e os municípios que desrespeitarem a norma podem ser multados.

Ecotelhados

Um novo sistema criado pela empresa brasileira Ecotelhado traz uma inovação para o mercado da construção civil mundial. Chamado de “Sistema Integrado Ecoesgoto”, ele trata todos os resíduos orgânicos do edifício, provenientes das descargas de sanitários, papel higiênico e restos de alimentos, e os reutiliza na irrigação de jardins, assim como nas coberturas e paredes verdes.

Enquanto nos EUA e na Europa, o sistema é alternativa sustentável para descentralizar o tratamento de esgoto e reaproveitar a água em caso de calamidade, no Brasil e em outros países da América Latina, África e Ásia, a tecnologia pretende resolver problemas de saneamento básico, ainda tão presentes. Além disso, hoje, a água vem de lugares distantes, e, após ser usada, é enviada também para longe para ser tratada, ou, simplesmente, é despejada em rios e córregos sem tratamento algum.

O sistema integra o tratamento de resíduos orgânicos dentro do próprio empreendimento. A água tratada por um filtro biológico é utilizada para regar telhados verdes e jardins verticais. O sistema também prevê a captação e reutilização da água da chuva.

O projeto, que não usa produtos químicos e necessita de pouca manutenção, também economiza energia, pois o processo evaporativo – por meio da parede e da cobertura verde – cria uma barreira contra o frio e o calor, gerando economia em sistemas de condicionamento.

Por ser tão completo e sustentável, um edifício que utiliza o sistema integrado pontua em todas as exigências para obtenção dos principais selos de construção sustentáveis do mundo.

João Feijó, engenheiro agrônomo e diretor da Ecotelhado, explica que o sistema foi criado com o objetivo de promover uma solução sustentável para a irrigação de paredes e coberturas verdes. “Essas estruturas ajardinadas consomem muita água, e, o que era para ser sustentável por trazer o verde à cidade e diminuir o CO2, acaba se tornando um grande problema por consumir muita água, já tratada. Além disso, as plantas preferem a água tratada pelo vermifiltro, que não possui cloro e contém microrganismos, essenciais para a vida das plantas.”

Segundo Feijó, a infraestrutura verde precisa entrar no planejamento das cidades. “É a resposta mais inteligente para diversos problemas urbanos. Se os telhados e paredes verdes devem prosperar, primeiramente devemos repensar o tipo de água que também vamos usar”, finaliza.

Confira os vídeos:

Bicicleta Purificadora de Ar

Os tailandeses da empresa Lightfog desenvolveram uma bicicleta elétrica capaz de eliminar a poluição do ar respirado pelos ciclistas. Com um purificador instalado na parte da frente da bike, o sistema retém o material particulado encontrado nos centros urbanos e libera oxigênio puro para a atmosfera, contribuindo, em todos os sentidos, para a redução da poluição do ar, causada pelo trânsito.

Chamada de Air Purifier Bike – livremente traduzido para Bicicleta Purificadora de Ar – o veículo adaptado é uma boa saída para aumentar o bem estar das pessoas que vêm adotando as bikes como principal meio de locomoção nos agitados centros urbanos, em que é necessário, na maioria das vezes, compartilhar a via com automóveis, caminhões, ônibus e motocicletas, sempre presentes nos congestionamentos das cidades.

Segundo informou o site Trend Hunter, além do purificador de instalado em sua parte frontal, o quadro da bicicleta-conceito leva um tanque de água acompanhado de um sistema composto por células de fotossíntese, que liberam o ar puro para o ciclista e ao seu redor.

Assim, a alternativa não só vai aumentar o desempenho dos ciclistas durante as pedaladas, como também diminuir o contato dos usuários da bike especial com o material particulado, que se na acumula na pele e nos órgãos internos, causando doenças respiratórias e cardiovasculares.

Uma inovação precursora foi criada pelo designer inglês Matt Hope, que instalou em sua bicicleta uma lata com um purificador de ar movido a pedaladas, capaz de reter o material particulado e um sistema que oferece ar puro ao usuário, desde que este utilize uma máscara no rosto.

Hábitos sustentáveis no trabalho

É possível ter uma consciência sustentável em casa, na rua e até no trabalho. Pensando nisso, confira algumas dicas de como fazer isso no emprego.

– Arrumar carona com algum amigo ou conhecido é uma boa opção para economizar, ajudar na redução do congestionamento e, claro, diminuir a poluição do ar;

– Imprimir somente o que for necessário e usar os dois lados da folha para não desperdiçar papel;

– Desligar o monitor quando não estiver próximo do computador com o objetivo de economizar energia.