Mitos e verdades sobre aparelho ortodôntico

Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de que terá que usar aparelho ortodôntico, várias questões vêm à cabeça. Será que vai doer muito? Como vou ficar? Por quanto tempo terei que usá-lo? Vou ter que mudar meus hábitos alimentares? Com o intuito de acabar com parte dessas dúvidas, Marcela Encinas e Renata Camargo, ambas dentistas da clínica Sorridents, explicam o que é verdade e o que é mito sobre o tema.

Aparelho ortodôntico funciona mais na dentição permanente
Mito. Não existe a questão de funcionar melhor ou pior na dentição permanente ou decídua (“leite”). O tratamento ortodôntico quando bem indicado e na fase correta terá sucesso e podemos separá-los em preventivo e corretivo. O preventivo é indicado na dentição decídua ou mista, quando diagnosticamos precocemente um problema e conseguimos tratá-lo de uma maneira não tão radical. O corretivo já está vinculado à dentição permanente.

Você terá melhores resultados se usar o aparelho na infância
Verdade. Se for a questão do tratamento preventivo. Um bom exemplo em que esse tratamento funciona melhor é em problemas de muita falta de espaço, mordida cruzada ou aberta.

Aparelhos precisam de cuidados especiais
Verdade. É preciso ter mais atenção na hora da escovação. É normal que ela se torne mais demorada e detalhada para evitar acúmulo de comida, afinal, com o aparelho é mais fácil ficar resíduos nos cantos dos dentes ou entre eles. E também é preciso atenção com o que se come e como se come.

Quem usa aparelhos ortodônticos não pode comer alimentos como amendoim, pipoca, manga
Mito. É permitido comer de tudo contato que se saiba comer. É tudo uma questão de jeitinho, porque se for de qualquer jeito você pode quebrar alguma peça do aparelho.

Usar aparelhos ortodônticos é sempre muito doloroso e demora demais para se conseguir resultados
Mito. É comum sentir um pouco de dor no início por não estar acostumado com o tratamento, pois de fato é aplicada uma força que será responsável pela movimentação dos dentes. Mas hoje se sabe que não adianta forçar demais, pois força em excesso faz mal para o organismo, uma vez que ele precisa de um tempo de reparação a cada movimento. E o tempo médio de tratamento costuma ser dois anos, o que não é considerado um período muito longo.

Aparelho estético é menos eficiente.
Mito. É tão eficiente quanto o comum. Eles são apenas mais frágeis.

Depois de um tempo sem o aparelho é possível os dentes voltarem a ficar tortos.
Verdade. A oclusão (relação de mordida entre a arcada dentária superior e inferior) não é estática, ela está sempre em movimento. Por isso a importância do aparelho contenção. Se a pessoa usou aparelho ortodôntico por dois anos, ela precisará ficar mais dois anos com a contenção para que o osso e os ligamentos periodontais entendam e memorizem qual é o lugar deles agora.

Quanto mais apertado o aparelho, mais eficiente
Mito. Força demais não tem nada a ver com o tratamento. Já falamos que ela em excesso pode até prejudicar a arcada dentária e os dentes.

Quem usa aparelho ortodôntico apresenta dificuldade para falar
Verdade, no começo. Existem pessoas que estranham muito os aparelhos no início por conta da nova posição dos lábios e sentem uma dificuldade para falar, mas, depois de um tempo, todo mundo acostuma.

A manutenção do aparelho só pode ser feita no consultório
Verdade. Só o ortodontista sabe como deve ser feita a manutenção do aparelho.

Existem aparelhos gratuitos
Verdade. Existe aparelho gratuito para o paciente, porque alguém sempre paga por ele. Muitas vezes é a própria clínica para garantir a fidelidade desse paciente.

Quem usa aparelhos tem mais propensão a atrair raios
Mito. Não há registros de acidentes com raios causados pela utilização de aparelhos.

Aparelhos ortodônticos são todos iguais e servem para a mesma coisa
Mito. Eles variam no tamanho, angulação e profundidade do slot (área que aloja o fio ortodôntico). Podem ser metálicos ou estéticos.

A cola que segura os braquetes mancha os dentes
Mito. As “colas”, que na realidade chamam resinas, são especiais para tratamentos ortodônticos. O que mancha os dentes é a falta de escovação.

Não dá para beijar na boca com aparelho, pois você pode se machucar ou machucar a outra pessoa
Mito. Não existe nenhuma contraindicação a namorar ou beijar na boca para quem usa aparelho. É só uma questão de ter cuidado e não ser tão afoito na hora do beijo.

Tecnologia substitui o gesso e acelera tempo para a cura de lesões

O designer turco Deniz Karasahin desenvolveu uma tecnologia que pode Uruguay Kits 2016 substituir a utilização do gesso para a cura de ossos quebrados. A opção é feita com materiais ambientalmente corretos e promove a recuperação total em menos tempo que o processo tradicional.

A criação foi apelidada de Osteoid e participa da edição deste ano do prêmio A’Design Award. Conforme informado pelo designer na apresentação da ideia, “o 2.12 Sneakers Sale objetivo do projeto é melhorar a experiência Jordan 12 Pink global para a cura de membros quebrados ou fraturados, concentrando-se no conforto do Golden Goose Comprar paciente e no tempo necessário para a recuperação”.

Woolrich Jacka Dam Rea Enquanto o gesso tradicional sacrifica a ventilação e a própria pele do paciente, gerando mal cheiro, coceira e impedindo o contato com a água, o Osteoid apresenta um novo modelo que não coça, pode ser lavado e é ainda muito mais leve.

O protótipo foi impresso em uma máquina 3D. Este sistema permite que cada um dos moldes seja feito Golden Goose Deluxe Brand exatamente nas medidas do paciente. O membro a ser imobilizado é digitalizado em um scanner corporal e os dados são transmitidos a um software de modelagem. Diversos tipos de matéria-prima podem ser utilizados, desde que sejam rígidos o suficiente para manter a imobilização.

A tecnologia não para por aí. O sistema permite a utilização de estimuladores de baixa intensidade, conhecidos como LIPUS. Ao serem implantadas no Osteoid, as sondas enviam ondas que aceleram a recuperação. Com a utilização deste sistema, o processo de cura pode ser 38% mais rápido e ele ainda pode aumentar em 80% as taxas de cura em ossos quebrados. Para que o LIPUS funcione, ele precisa ser aplicado diretamente na pela na região afetada, o que não é possível com o gesso tradicional.

Fonte: Ciclo Vivo

Palestra Dr. Veit no Implante In Rio

Parajumpers Ugo A adesão da palestra premium sobre o “Programa de manutenção periimplantar Dr. Veit. Doudoune Stone Island Homme Soldes Follow up 1.000 casos de protocolos de Branemark”, não poderia ter sido mais satisfatória. Quando fomos convidados a palestrar no evento Implante in Rio, o maior evento de implantologia do Rio de Janeiro, sabíamos da responsabilidade que seria participar de uma ação tão conceituada, mas felizmente foi tudo um grande sucesso e Stone Island Soldes deixamos aqui o nosso agradecimento a todos que fizeram esta realização possível. Aproveitando a ocasião e a oportunidade lançamos também um kit especialmente Vetement Stone Island Soldes projetado para as pessoas que precisam de cuidados especiais por conta de implantes dentários, o Dr. Veit Implante Care. Oferecemos um coquetel para comemorar a ocasião que não podia passar em branco. O kit contém uma escova Deep Gum, Pack de Interdentais, Passa Fios e um Doudoune Stone Island Soldes Tongue Cleaner e é indicado pelo Programa de Manutanção Periimplantar Dr.Veit Phylosophy, que tem um acompanhamento de 15 mil implantes, sendo mil desses casos feitos através do Protocolo de Branemark. O evento aconteceu no Hotel Short Stone Island Homme Soldes Transamérica na Barra da Tijuca, trazendo o que existe de mais atual nas áreas de Cirurgia, Prótese e Periodontia aplicados a Implantodontia.

Rir é o melhor remédio para a memória, indica estudo

Mandar e-mails para nós mesmos à anotações nas mãos, as pessoas tentam de tudo para não esquecer algo importante. Mas um estudo mostrou que uma boa gargalhada pode ser a melhor forma de melhorar a sua memória. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.

Pesquisadores americanos afirmam que as pessoas mais velhas estão mais propensas a se lembrar de alguma coisa quando estão rindo.

Isso porque o ato de gargalhar reduz os níveis de estresse, que, por sua vez, pode afetar de forma negativa a memória.

Cientistas da Loma Linda University, na Califórnia, pediram que 20 adultos saudáveis assistissem a um vídeo divertido, durante 20 minutos. Ao mesmo tempo, um outro grupo se manteve sentado calmamente, sem assistir nenhum filme.

Depois disso, todos os participantes fizeram um teste de memória e também tiveram amostras da saliva colhidas para que os especialistas pudessem medir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.

Os resultados mostraram que as pessoas que assistiram ao vídeo engraçado tiveram uma melhor performance no teste de memória de curto prazo, além de apresentarem índice mais baixo de cortisol.

O estudo reforça que as pessoas menos estressadas tendem a ter uma memória melhor. Isso porque rir aumenta o nível de endorfina no corpo, e envia dopamina ao cérebro, melhorando as sensações de felicidade e recompensa. Isso altera a atividade das ondas cerebrais, resultando em melhora da memória.

Fonte: Saúde Terra

8 dicas para ter uma casa sustentável

O Brasil já é o quarto país do mundo com o maior número de obras certificadas por sustentabilidade, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos, segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC). No entanto, essa prática ainda é adotada predominantemente em empreendimentos comerciais.

“As empresas se preocupam muito com essa questão até para passar uma boa imagem ao público. Por isso estão investindo cada vez mais em práticas sustentáveis”, diz Afonso Celso Bueno Monteiro, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP).

Monteiro acredita que esse movimento pode começar a conquistar mais adeptos também em projetos residenciais.  “As pessoas estão mais conscientes e cada um querendo também fazer a sua parte. Porém, muitas não sabem exatamente como e o que pode ser feito ou acreditam que para isso seja necessário um alto investimento”, afirma o presidente do CAU.

Uma casa deve atender a inúmeras exigências técnicas para ser considerada plenamente sustentável, desde a escolha do material utilizado na sua construção. Ainda assim, segundo o especialista, é possível adotar medidas simples e de baixo custo, como também hábitos corretos no dia a dia, que dão ótimos resultados e certamente contribuem com o meio ambiente. A seguir, ele sugere algumas práticas que podem ser facilmente adotadas para se ter uma casa sustentável:

– Quanto mais e maiores forem as janelas, melhor se aproveita a luz natural. Além de economizar energia elétrica, garante uma boa ventilação;

– Nas janelas, pode-se instalar toldos e brises, evitando o superaquecimento da casa especialmente nos dias de calor, evitando também o uso de ventiladores ou ar-condicionado;

– Prefira as lâmpadas fluorescentes ou as de LED, que são bem mais econômicas e duráveis do que as incandescentes;

– Com queda dos preços observada nos últimos anos, os painéis de energia solar estão se tornando cada vez mais acessíveis e já são uma alternativa a ser considerada para reduzir o consumo de energia elétrica;

– Responsável por um dos maiores desperdícios de água, a descarga pode se tornar mais econômica se tiver uma caixa acoplada. Com dois botões diferentes, pode-se dar descarga com apenas três litros de água (botão menor) ou seis litros (botão maior);

– Com o uso de calhas, cisternas ou tanques, pode-se coletar a água da chuva e aproveitá-la em situações que não exigem água potável, como regar o jardim, lavar carro e quintal ou até mesmo na descarga dos vasos sanitários;

– Usar torneiras com aerador (espécie de “chuveirinho”), que garante uma menor vasão de água, mas a sensação é justamente a contrária;

– Ao comprar aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, escolha aqueles que têm o selo Procel, que indica melhor eficiência energética. Ou seja, consomem bem menos.

Fonte: Ciclo Vivo

Por que carboidrato ‘dá barriga’?

Pães, bolos, biscoitos e massas. Esse conjunto saboroso que provoca salivação na maioria de nós, de inocente não têm nada. Após consumidos, os carboidratos brancos se transformam facilmente em gordura que se aloja principalmente na barriga e de lá custa a sair.

Isso acontece, explica Viviane Pereira, nutricionista do Mundo Verde, porque a região abdominal tem mais facilidade para armazenar gorduras. “Os carboidratos e gorduras são os principais fornecedores de energia do organismo e são estocados para que haja energia disponível em momentos em que não se consome alimentos, como durante uma noite de sono.”

O problema é quando o organismo guarda gordura em excesso. O carboidrato branco, ao ser digerido, se transforma em glicose, que cai na corrente sanguínea. Só que o sangue não pode ficar “doce”. Quem faz a “limpeza” para transformar a glicose em energia é a insulina. Se tem muita glicose, também se tem muita energia. Se ela não for gasta por meio de exercícios físicos é armazenada como gordura primeiramente no lugar mais fatídico: a barriga.

Já os carboidratos integrais são considerados de índice glicêmico baixo. A nutricionista Carolina Arbache, da Natue, explica que as fibras contidas nesses alimentos ajudam a reduzir a quantidade de carboidratos absorvidos, e, além disso, deixam o processo de absorção mais lento.

“As fibras não conseguem ser digeridas e absorvidas pelo nosso organismo. No entanto, elas formam uma espécie de teia que ‘prende’ parte das moléculas de glicose, fazendo com que esta porção do carboidrato não seja absorvida, e sim, eliminada nas fezes”, explica a nutricionista.

“Além disso, as fibras deixam o trânsito intestinal mais lento, o que faz com que o carboidrato seja absorvido lentamente, caindo aos poucos na corrente sanguínea”, completa. Com isso, o carboidrato integral permite um tempo hábil para a pessoa gastar aquela energia que foi absorvida, sem que seja armazenada como gordura.

É melhor, portanto, sempre optar pelos carboidratos integrais, mesmo se alguns deles tiverem calorias iguais ao simples (branco).

Fonte: Ig Saúde

Sistema usa algas para produzir mesma quantidade de oxigênio que floresta

O Urban Algae Canopy é um projeto que mescla arquitetura, biologia e tecnologia. Através de microalgas e sistemas de cultivo digital em tempo real, a novidade é capaz de produzir a mesma quantidade de oxigênio que uma floresta.

A ideia é fruto do trabalho do ecoLogicStudio, que possui outros projetos semelhantes, e deve ser apresentada em seu formato final na Explo Milano 2015. Conforme publicado no site Inhabitat, a estrutura é formada por microalgas e nela é possível controlar o fluxo de energia, água e CO2, com base nos padrões climáticos, movimento no entorno e outras variáveis ambientais.

Os criadores garantem que este é o primeiro sistema deste Golden Goose Deluxe Brand Outlet tipo no mundo e, ao ser concluído, será capaz de produzir a mesma quantidade de oxigênio liberada por quatro hectares de floresta, além de 148 quilos de biomassa ao dia.

Todo o processo de pesquisa e criação levou seis anos até que fossem possível chegar ao modelo ideal. A tecnologia conta com um sistema de revestimento personalizado, com três camadas que melhoram as propriedades das microalgas. Além disso, um sistema específico de soldagem foi aplicado para que seja possível controlar o comportamento da água que flui através da estrutura e alimenta os organismos vivos.

Quando o sol brilha mais intensamente, as algas presentes no Urban Algae Canopy realizam a fotossíntese e crescem. Dessa forma, a transparência do dossel é reduzida e o ambiente interno tem mais sombra. Com a tecnologia aplicada ao sistema, os visitantes podem controlar este comportamento natural em tempo real. Cores, transparência, sombras e o potencial serão diretamente influenciados pelo exterior. “Neste protótipo as fronteiras entre o material, espacial e tecnologia foram cuidadosamente articuladas para alcançar eficiência, resistência e beleza”, informa Claudia Pasquero, porta-voz da ecoLogicStudio.

Fonte: CicloVivo

Biodente: pesquisa avança para viabilizar terceira dentição‏

Imagine perder um dente permanente, mas poder regenerá-lo sem precisar de implante? Ou então poder dizer adeus às dentaduras? Esse é o objetivo de pesquisadores que trabalham com células-tronco retiradas de dentes humanos.

O biodente, que já existe dentro dos laboratórios, é um dente biológico e vital, com semelhança bem próxima ao dente humano. “Ele seria uma terceira dentição e não mais uma prótese. Aliás, o foco é exatamente esse, que o biodente seja exatamente igual ao humano”, explica Andrea Mantesso, professora da USP e dentista especializada em células-tronco.

Segundo pesquisas, as células-tronco que antes eram extraídas do cordão umbilical ou de células embrionárias, agora podem ser retiradas de algumas partes dos dentes, como por exemplo da polpa, que tem um potencial bom para acelerar a regeneração óssea.

Os benefícios dessas pesquisas vão além dessa regeneração. “Além do biodente, podemos fazer reparações de tecidos dentais. Por exemplo, no tratamento de canal, em vez de usar aquela massa para fechar o dente, podemos tratá-ló com as células, devolvendo a vitalidade do dente”, diz Andrea. Porém, a professora garante que ainda deve demorar um bom tempo para que essas práticas cheguem efetivamente para a população.

Doações
Vale informar que os bancos de dentes aceitam tanto dentes de leite como permanentes e nas mais variadas situações sejam eles desidratados, cariados, amarelados e até restaurados, pois de alguma forma eles serão aproveitados ou ajudando em diversas pesquisas ou até mesmo em treinamentos de alunos e dentistas.

Fonte: Saúde Terra

Brasileiro mobilia sala com objetos achados no lixo

O Scarcity Project, ou Projeto Escassez, foi desenvolvido para fazer as pessoas repensarem sobre o descarte. O trabalho, liderado pelo designer brasileiro Paulo Goldstein, consiste em transformar utensílios encontrados nas ruas de Londres.

A ideia surgiu a pedido de um de seus professores, que o incumbiu de transformar um espaço desocupado com alternativas criativas. Assim, começou a caçada pelas ruas da capital inglesa. Junto com uma equipe, Goldstein encontrou cadeiras, rodas, caixas, mesas entre outros utensílios que logo seriam revitalizados.

Os materiais, que estavam destinados ao fim, ganharam nova vida. Com criatividade e a vontade de fazer a transformação com as próprias mãos, o lixo voltou a ter cor e utilidade. Fitas, cordas, tintas, plástico e muitos outros acessórios foram usados na missão de Parajumper Svart reaproveitamento.

“O resultado é uma alegre celebração de objetos reparados, promovendo uma narrativa diferente sobre a escassez, explorando e expandindo o potencial daquilo que foi deixado para trás pelas anomalias da nossa cultura de consumo”, relata o site do projeto.

Veja no vídeo abaixo o resultado do Scarcity Project:

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O designer brasileiro tem ainda outros projetos de reaproveitamento de itens descartados. Um dos exemplos é o “Repair is Beautiful”, em que objetos quebrados ganham novas formas e se tornam úteis novamente. Na apresentação do trabalho, o designer faz uma analogia com a crise financeira, causada por “sistemas quebrados” e que torna muitas coisas fora de controle. Poder reparar algo inválido é como recuperar esse controle. Além do reaproveitamento, o projeto pretende levantar essas questões sobre a sociedade como um todo.

Fonte: Ciclo Vivo

Planejamento digital é arma em prol do sorriso perfeito

Já é possível ter uma prévia de como ficará o sorriso depois de um tratamento de reabilitação oral. O planejamento digital é um recurso que ajuda o dentista a projetar como ficarão os dentes de um paciente.

Para isso, o profissional usa fotografias do rosto e do sorriso, que, em seguida, passam por softwares que detectam proporções e medidas do rosto. Esse recurso prevê, ainda, imperfeições, problemas gengivais e limitações de cada caso.

Após esta análise, são feitos dentes de cera, que são colocados no molde que o dentista fez junto com o paciente e dá uma prévia, em proporção real, de como ficará o sorriso. “O planejamento digital pode ser usado em diversos tratamentos estéticos, como facetas, coroas, próteses sobre dentes e implantes”, diz o cirurgião-dentista, Cristian Dunker, que trabalha com a técnica há dois anos.

Segundo o profissional, o que o paciente visualiza no computador é uma estimativa aproximada do resultado. “A análise digital ajuda no diagnóstico do caso, mas a cor, formato do dente, delineamento gengival somente são estabelecidos após o trabalho realizado”, afirma Dunker.

Mais do que uma forma de prever o sorriso, a análise digital deve ser vista como um passo do diagnóstico para reabilitações de casos complexos. “Normalmente, há mais de uma alternativa de tratamento e o paciente deve conhecê-las e optar, juntamente com o profissional, pela opção que mais lhe agrada”.

Caso

O dentista Cristian Dunker usou a técnica para tratar um paciente que não possuía os dentes incisivos laterais e não queria passar por um tratamento com aparelhos ortodônticos ou implantes. “O resultado foi alcançando após um clareamento dental e a confecção de seis facetas em resina, que mudaram a anatomia do sorriso do paciente e fecharam os diastemas (espaços entre os dentes)”.

Neste caso, foi preciso uma sessão de quatro horas para colocar as facetas e duas semanas para o planejamento. “Vale ressaltar que o tempo varia de acordo com o tratamento escolhido”, afirma Dunker.

Inspiração

É possível levar um sorriso de um famoso, como referência, para o profissional entender qual a expectativa do paciente, mas nem sempre é o melhor caminho. “Alguns pacientes possuem expectativas irreais. É comum restabelecer a estética conforme fotos antigas do próprio paciente. Isto é o que eu tenho prazer em fazer, desenvolver a identidade do sorriso da própria pessoa”, diz.

Fonte: Saúde Terra