CIORJ 2013 – Conheça as ações ambientais

O 21º CIORJ, um dos mais importantes eventos da área odontológica, será realizado entre os dias 10 e 13 de julho, no Rio de Janeiro. E com o apoio da Dr.Veit Produtos, será a primeira edição do evento com realização sustentável. Diversas ações promovidas pela Dr.Veit Produtos, em conjunto com a empresa Eccaplan, transformarão os dias de evento em experiências inéditas na área.

Uma das principais atitudes é o cálculo da emissão de CO2 (carbono, prejudicial ao meio ambiente) pelo evento.Todas as emissões de gases de efeito estufa provenientes da montagem, realização e desmontagem do CIORJ serão quantificadas e compensadas através da compra de créditos de carbono de projetos ambientais certificados que fazem parte do Programa Evento da Eccaplan.

Entenda o Programa Evento Neutro e CO2 Neutro no vídeo abaixo:

Entre as atividades emissoras de carbono estão o deslocamento terrestre e aéreo dos fornecedores do evento, geração de resíduos, gasto com energia proveniente de geradores ou da rede elétrica, consumo de ar condicionado e uso de gás de cozinha.

Quer saber mais? Visite nossa página especial do evento e acompanhe conosco todas as novidades, nesta página especial ou aqui em nosso blog. Acesse: 

Ácido Acetil-salicílico

O ácido acetil-salicílico, amplamente utilizado na indústria de medicamentos, pode contribuir para o desgaste dos dentes quando utilizado em excesso, segundo estudos feitos em laboratório, com dentes extraídos, e também em consultórios.

Dentes submetidos a altas doses diárias de ácido acetil-salicílico em pó apresentaram um grau severo de erosão, tanto na camada externa quanto na camada estrutural dos dentes.

Os estudos em consultório comprovaram também que a erosão é agravada quando a substância é mastigada, ao invés de engolidas diretamente.

O ácido acetilsalicílico pode afetar a estrutura dos dentes e até mesmo causar irritação nos tecidos moles da boca.

Isso tudo nos mostra que jamais devemos nos auto-medicar. Todo remédio deve ser prescrito por um médico, pois é muito perigoso ingerir medicamentos por conta própria.

Caso você tenha a recomendação de tratamentos à base de ácido acetil-salicílico, não se esqueça de consultar o dentista antes. A saúde de seu corpo e do seu sorriso agradecem.

Empresas brasileiras e seus cases

Post Original: Ciclo Vivo

Mais uma empresa brasileira tem case aprovado pelo Programa de Trabalho de Nairóbi Sobre Impactos, Vulnerabilidade e Adaptação às Mudanças Climáticas, da Convenção-Quadro Sobre Mudanças Climáticas da ONU. Com um projeto de “Sistema Integrado de Infraestrutura Verde e Reciclagem de Água e de Resíduos Orgânicos”, a Ecotelhado entrou no rol de casos de estudo denominados “Iniciativa do Setor Privado” e serve como modelo a todo o planeta.

O programa é um banco de dados online, que compartilha cerca de cem exemplos do setor privado realizados em diferentes países, inclusive no Brasil. O objetivo é reunir países em um esforço conjunto para estabilizar as concentrações de gases do efeito estufa e promover boas práticas e o uso racional de recursos e ações, de modo rentável, para o enfrentamento e adaptação às mudanças climáticas, sendo realizadas por empresas privadas, em alguns momentos, em parceria com ONGs ou setor público, de diversos setores e regiões.

O case da Ecotelhado aprovado, também conhecido como Ecoesgoto, é um sistema que prioriza o reaproveitamento de água, economia de energia e tratamento dos efluentes, no qual todos resíduos orgânicos provenientes das descargas de patentes, dos restos de alimentos triturados, devem passar por um processo de purificação. É composto por uma estação de tratamento dos efluentes biológica, constituída por um filtro projetado, reduzindo processos naturais, como, por exemplo, a coleta de lixo. O sistema pode ser inserido em empresas, prédios ou residências.

“O sistema é uma técnica de infraestrutura verde urbana, que nos permitiu mostrar que é possível haver desenvolvimento e empreendedorismo sustentável”, afirmar o engenheiro agrônomo e o diretor da Ecotelhado, João Manuel Feijó.

A empresa integra a lista da ONU, que já possui algumas grandes empresas brasileiras, como Allianz Seguros, Basf e HSBC. Além do Ecoesgosto, a Ecotelhado tem desenvolvido centenas de projetos para telhados verdes, jardins verticais, hortais, infraestrutura verde, entre outros.

Sobre o Ecoesgoto

É constituído de uma única câmara que varia de tamanho de acordo com o projeto e o volume de efluente a ser tratado. Pode ser subterrânea ou aérea, sendo que sempre deve ser acompanhada de elementos paisagísticos. Os efluentes entram pela parte superior, podendo haver uma abertura com tampa para o lixo orgânico.

O filtro é composto de camadas sucessivas que asseguram presença de oxigênio, promovem retenção de matéria Parajumpers Jacka Kodiak orgânica , e criam habitat para a fauna do filtro. Ele retém a matéria orgânica que será digerida pelas minhocas, garantindo a permeabilidade do sistema. Na parte inferior da câmara é colocado um piso elevado que separa a matéria orgânica da água.

Depois de passar pelo vermifiltro, o efluente pré-tratado é lançado para o banhado construído, onde a parte superior fica seca, sem perigo de proliferação de mosquitos. O sistema laminar elimina o uso de brita ou areia e garante maior área de contato entre as raízes das plantas. As raízes tem papel de abrigar microrganismos e fornecerem oxigênio no sistema, garantindo uma digestão aeróbica sem cheiro. O sistema laminar é também um reservatório de água que pode ser reutilizada para fins não potáveis.

Água salgada. Energia limpa!

Post Origin T Shirt Philipp Plein Pas Cher a l: Redação CicloVivo

Cientistas australianos desenvolveram uma nova maneira de transformar a água do mar em hidrogênio. A opção é eficiente, reduz os impactos ambientais e é considerada uma fonte energética totalmente limpa.

A descoberta foi publicada na última quarta-feira (12) no site . Os responsáveis pelo projeto são os pesquisadores do Australian Research Council Centre of Excellence for Electromaterials Science (ACES). Apesar de não ser nova a utilização da água do mar para este fim, o diferencial do projeto é a criação de um catalisador luminoso, que gasta menos energia para ativar a oxidação da água. Este é o primeiro passo para a separação do hidrogênio, usado como combustível.

Nos processos feitos antes desta tecnologia, o consumo energético era tão alto, que impossibilitava o uso da água do mar. No entanto, a equipe australiana conseguiu introduzir uma clorofila artificial em um filme plástico condutor. Essa alternativa facilita a separação da água, tornando o processo mais eficiente.

De acordo com os cientistas, a novidade deve facilitar muitos outros processos, já que o polímero flexível tem uma ampla gama de aplicações e é fabricado de forma mais simples que os semicondutores feitos em metal.

O método australiano é altamente eficiente. Os pesquisadores acreditam que, com cinco litros de água do mar, seja possível produzir energia suficiente para abastecer uma casa de tamanho médio e um carro elétrico por dia.

Fonte: Redação CicloVivo

Revitalização das margens dos rios

E ai pessoal, tudo azul?

Todos nós sabemos de como as grandes cidades que margeiam rios ficam, quando começa a temporada de chuvas, não Parajumpers Jacka Billigt é mesmo?

Algumas grandes cidades que sofrem com esses problemas começaram a revitalizar as margens dos rios, replantando a cobertura vegetal. É o caso de Singapura, que restaurou cerca de 2,7 quilômetros do rio Kallang, que passava por um canal de concreto, mostrando que é possível ter menos inundações, mais refrigeração natural e oportunidades de recreação na cidade.

A revitalização do rio durou três anos e foi concluída em 2012, com 62 hectares reabertos aos moradores de Singapura.

O parque linear do Kallang inclui um playground aquático e um jardim comunitário. As plantas – que não são cultivadas com produtos químicos – ajudam a manter a qualidade da água e acabaram atraindo animais selvagens para a região.

Agora, imagine se isso acontecesse aqui no Brasil? Ainda é utópico, mas já existe um projeto para tentar replantar áreas verdes nas margens do rio Tietê. Enquanto alguma solução não é tomada, os problemas continuarão a existir e a se agravar.